É engraçado como cada vez que acontece alguma coisa do gênero "perder alguém" eu começo a me questionar sobre a vida...
Toda vez que alguém muito próximo, perde alguém, isso me afeta de uma maneira absurda, fico revendo conceitos, querendo fazer mais as coisas que gosto, dizer mais para as pessoas o quanto elas são importantes, essas coisas..
Mas ontem algo me chamou a atenção, não chorei.
Eu, aquela manteiga derretida que todo mundo conhece, fui forte.
Abracei, dei o meu apoio, senti o sofrimento dele, mas me segurei, fui mais realista talvez.
Ouvindo um amigo, que estava lá junto comigo, dizer que pareciamos egoistas por chorar sabendo que a pessoa que foi embora estava sofrendo e que pra ela foi bom ir embora, pensei.
Poxa, por alguns motivos não posso chorar.
Não sei quanto tempo tenho, não estou doente, tenho um emprego(por mais que a gente nunca esteja satisfeito), tenho uma família maravilhosa, amigos maravilhosos, a parte sentimental vai bem do jeito que está, obrigada! e além de tudo, aquela pessoa estava sofrendo, ninguém nunca contou pra nós, como é do outro lado, mas a gente acredita que é um descansso.
E mais importante que tudo isso, ali, eu tinha um amigo, perdendo uma pessoa que ele ama muito. Eu tinha que ser forte e dar todo o apoio que ele precisava.
As coisas são assim, a gente vai aprendendo, talvez por essa não ser a primeira (nem de longe...) vez que tenho que estar do lado de um amigo por essa situação, eu me senti amadurecendo.
quinta-feira, 23 de outubro de 2008
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Dúvida!
Era uma casa simples.
O único lugar, onde podia receber as pessoas era uma salinha.
Uma mesa, uma toalha e as cartas.
A mulher entrou, sem muita esperança, pegou os últimos trocadinhos e entregou.
Não lhe disse muitas novidades, mas falou daquela que para a mulher era a pessoa mais importante do mundo inteiro.
" Tem muita luz, vejo muito sucesso em sua vida, muitas vitórias"
A mulher sorriu.
" E mais uma coisa.. Sim ou não?!"
"Não sei", disse a mulher, "ela nunca fala sobre essas coisas.."
" Existe alguém aqui!"
A mulher foi embora.
Não deveria, mas contou.
A última coisa que deveria ter feito na vida.
As dúvidas agora na cabeça da menina, só aumentaram.
Quem pode adivinhar?!
nem a moça das cartas, nem a mulher, nem ela, nem ninguém, pensou.
O único lugar, onde podia receber as pessoas era uma salinha.
Uma mesa, uma toalha e as cartas.
A mulher entrou, sem muita esperança, pegou os últimos trocadinhos e entregou.
Não lhe disse muitas novidades, mas falou daquela que para a mulher era a pessoa mais importante do mundo inteiro.
" Tem muita luz, vejo muito sucesso em sua vida, muitas vitórias"
A mulher sorriu.
" E mais uma coisa.. Sim ou não?!"
"Não sei", disse a mulher, "ela nunca fala sobre essas coisas.."
" Existe alguém aqui!"
A mulher foi embora.
Não deveria, mas contou.
A última coisa que deveria ter feito na vida.
As dúvidas agora na cabeça da menina, só aumentaram.
Quem pode adivinhar?!
nem a moça das cartas, nem a mulher, nem ela, nem ninguém, pensou.
terça-feira, 21 de outubro de 2008
Blog!
Talvez ter um blog, mais uma vez, é voltar para trás.
Talvez, eu queira voltar.
Mas talvez não dê mais tempo.
Talvez, voltar resolveria!
Talvez...
Blog, quando eu tinha uns 16-19 anos, era bacana.
Outros assuntos, outras viagens, outras quimeras.
Alguns anos se passaram e "cá estou Io".
Veremos as conções que aqui entrarão.
A verdade é, deu vontade e eu fiz!
(talvez eu devesse sim, é fazer mais isso...)
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